do meu baralho resta um ás
que de mansinho abre passagem
vencendo vertigens e aragem
pra enlaçar-te como faz o capataz
não satisfeito, meu ás,
chega perto de teu peito
e quer agora ter um par
pra passar o dia a divagar
e ao lhe tocar, logo atrás,
virá um jovem sem defeito
dizer-me eloquaz:
'pare de apertar, pare de rimar!
esta língua solta
e esta mão bem boba
são vulgares como ultrajes'
popular
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