domingo, 1 de março de 2009

Ode to Divorce - Regina Spektor

The food that I'm eating
Is suddenly tasteless
I know I'm alone now
I know what it tastes like
So break me to small parts
Let go in small doses
But spare some for spare parts
There might be some good ones
Like you might make a dollar
I'm inside your mouth now
Behind your tonsils
Peeking over your molars
You're talking to her now
And you've eaten something minty
And you're making that face that I like
And you're going in, in for the kill, kill
For the killer kiss, kiss for the kiss, kiss

I need your money, it'll help me
I need your car and I need your love [x2]
So won't you help a brother out?
Won't you help a brother out?
Won't you help a brother out, out, out, out, out?

So break me to small parts
Let go in small doses
But spare some for spare parts
You might make a dollar
Dollar, might make a dollar

So won't you help a brother out?
Won't you help a brother out?
Won't you help a brother out, out, out, out, out?

So break me to small parts
Let go in small doses
But spare some for spare parts
There might be some good ones
You might make a dollar
(There might be some good ones)
There might be some good ones
(You might make a dollar)
You might make a dollar
(There might be some good ones)

There might be some good ones


Essa mulher é foda! Zé fini!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Small doses.

...os dias dos
chefes, homens covardes
com mau hálito e pezões, homens
que parecem sapos, hienas, homens que andam
como se não houvesse o ritmo, homens
que pensam ser inteligente contratar e despedir e
lucrar, homens que possuem esposas gastadeiras
como possuem 60 acres a serem semeados
ou exibidos ou defendidos dos
incompetentes, homens que o matariam
porque são loucos e explicam que
é a lei, homens que ficam de frente para
janelas de 10 metros e não vêem nada,
homens com iates luxuosos que podem navegar
mundo afora e ainda assim não sair de seu
mundinho, homens que são como caracóis, como enguias, como
lesmas, e ainda piores...
e nada garante seu último salário
no porto, na fábrica, no hospital, na
indústria de aviões, na galeria barata, na
barbearia, no emprego que você não queria
mesmo.
imposto de renda, doença, servidão, braços
quebrados, cabeças quebradas - todo o estofo
à mostra como em um travesseiro velho.

Charles Bukowski

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Um infeliz início.

Simpatizo com malucos: intérpretes ou não. Jogando fora um cigarro, ao chão, eu penso: preciso acreditar nos lixos desta cidade; eles podem estar vazios ou cheios de conteúdo, podem mesmo nem lixos ser.

Talvez não seja a melhor maneira de dar olá, talvez porque isto é praticamente um monólogo; contudo, não vou escrever nada definitivo, porém quero manter uma constância - ou quase isso, quando aqui me lamentar. Ao passar do tempo vou colocando minhas ideias (conto os dias para as pessoas nem saberem o que significam as palavras com este IMBECIL acordo ortográfico), pensamentos incompletos (quiçá complexos), paráfrases, citações e incitações, algo sobre música, livros, talvez cinema, comida, bebida, drogas, e/ou outros assuntos (não) polêmicos. Creio que discutirei comigo mesmo, apesar disso não vejo problema desde que verbalize (dã) o que preciso.